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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Onde nascem os traumas?

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Os traumas  nascem quando uma experiência ultrapassa a nossa capacidade emocional de lidar com ela  naquele momento. Não é só o que aconteceu — é  como aquilo foi vivido por dentro . Algumas origens comuns dos traumas: •  Infância : quando a criança se sente rejeitada, abandonada, humilhada, comparada, ignorada ou cresce sem segurança emocional. •  Relações afetivas : traições, abuso emocional, relações tóxicas, manipulação, invalidação constante. •  Perdas e rupturas : luto, separações, mudanças bruscas, imigração forçada, falências. •  Ambientes inseguros : violência, críticas excessivas, medo constante, instabilidade. •  Traumas silenciosos : não ser ouvida, não ter apoio quando mais precisou, aprender a engolir sentimentos para sobreviver. Um ponto-chave: O trauma não nasce do evento em si, mas da emoção que ficou sem acolhimento e sem elaboração. Por isso, duas pessoas podem viver a mesma situação e só uma desenvolver um trauma. Q...

por que é tão difícil pedir ajuda quando se tem falta de autoestima?

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Quando uma pessoa tem  baixa autoestima , ou uma autoestima frágil, pedir ajuda não é apenas um ato prático — é vivido como uma  ameaça emocional . Veja como isso acontece: 1. Pedir ajuda ativa a sensação de “não ser suficiente” Quem tem baixa autoestima costuma carregar uma crença interna como: “Eu deveria dar conta sozinha.” “Se eu pedir ajuda, vão perceber que eu não sou capaz.” Então, pedir ajuda é interpretado como  prova de fracasso , não como um recurso saudável. 2. Confusão entre valor pessoal e desempenho A pessoa não separa: Quem ela é de O que ela consegue fazer Assim, quando precisa de ajuda, sente que seu  valor como pessoa diminui . É como se dissesse internamente: “Se eu preciso de ajuda, eu valho menos.” 3. Medo de julgamento, rejeição ou humilhação A baixa autoestima anda de mãos dadas com: hipersensibilidade ao julgamento medo de incomodar medo de ouvir um “não” Por isso, pedir ajuda ativa pensamentos como: “Vão me achar fraca.” “Vão se ...